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Representantes do evento palestraram sobre futuro do mercado brasileiro no Veterinary Meeting & Expo (VMX) e garantiram a presença de especialistas internacionais no Brasil, em agosto.

O VMX é um dos mais importantes encontros de veterinários dos Estados Unidos, organizado pela Comunidade Americana de Médicos-Veterinários (NAVC). A convenção, que aconteceu de 02 a 07 de fevereiro em Orlando, na Flórida, reuniu quase 18.000 visitantes e médicos-veterinários de todo mundo em prol da evolução da medicina para animais. A PET South America também esteve presente neste grande encontro do setor e levou um grupo de peso para palestrar sobre o potencial do mercado veterinário brasileiro, formado por João Paulo Picolo, presidente da NürnbergMesse Brasil, Diego Carvalho, diretor de portfólio da empresa, o Professor Universitário e Especialista em Odontologia Marco Antônio Gioso e João Abel Buck, presidente da ABHV.

Mais de 50 milhões de cães e 22 milhões de gatos de estimação. Esses números impressionantes, divulgados no ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ajudam a entender o sucesso de um dos negócios que mais crescem no Brasil: o mercado pet. Com faturamento previsto de 19,2 bilhões de reais e expansão de quase 7% em relação ao ano passado, o setor resiste à crise.

Embora sinta os reflexos da desaceleração da economia, ele surpreende pela resiliência diante dos índices de desemprego e da corrosão da renda da população pela inflação. “Mesmo crescendo mais devagar, o mercado de animais de estimação representa 0,38% do produto interno bruto (PIB) e já é maior do que a linha branca de geladeira e fogão”, diz José Edson Galvão de França, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet).

Ter uma vida de cão nunca foi tão prazeroso para os populares melhores amigos do homem. Pelo menos, é a conclusão que se tira a partir da inédita pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Promovido com internautas em todas as capitais do país, o estudo destacou que 61% dos entrevistados consideram os seus pets como membros da família. Com isso, o investimento para cuidar da alimentação, segurança, bem-estar e saúde deles — além de eventuais mimos — tem girado em torno de R$ 189 mensalmente.

O ditado popular diz que o cachorro é o melhor amigo do homem. Mas com a correria do dia a dia, cada vez mais pessoas optam por ter gatos como bicho de estimação, afinal eles são mais independentes e precisam de menos cuidados que os cães.

VEJA O VÍDEO

As novidades da Pet South America 2017 não param de surgir. É que esta edição contará com o apoio e parceria de grandes instituições, como a Associação Brasileira de Hospitais Veterinários (ABHV), que fará o lançamento oficial da entidade durante a feira, no dia 16 de agosto, no São Paulo Expo. Será um momento muito especial para o segmento veterinário, que acaba de ganhar o apoio da nova associação. A ABHV foi criada em fevereiro de 2017 e tem como objetivo principal criar conceitos que servirão de referência para clínicas, hospitais e centros de diagnóstico, alcançando uma medicina veterinária de alto nível.

A tecnologia e a internet estão mudando a forma como os consumidores pensam e adquirem novos produtos. A facilidade de fazer uma compra segura sem sair de casa está atraindo cada vez mais investidores para este segmento digital. Uma pesquisa realizada pela agência Conversion sobre comportamento do consumidor digital mostrou que, dos 697 entrevistados, 93% já compraram algo pela internet. Destes, 74% já fizeram compras por celular ou tablet e 28% afirmam realizar mais de uma compra por mês pela internet. O levantamento tinha o objetivo de ser um termômetro do e-commerce brasileiro, comprovando o movimento ascendente de pessoas migrando para as plataformas online.

O Brasil é o quarto país com maior população de animais de estimação do mundo. Atualmente, os pets deixaram de ser apenas para companhia e se tornaram membros da família, com cuidados e tratamentos específicos, principalmente com a saúde. Mas, os tutores também exigem atendimento personalizado e atenção especial às suas necessidades e à do animal, seja durante uma consulta veterinária, banho no pet shop ou na compra de um produto.

Este cenário demostra a força do mercado e as vastas possibilidades de investimento. Em contrapartida, cada ano o setor ganha novas clínicas e pet shops, aumentando a necessidade de diferentes serviços, nichos e atendimentos. Por isto, lojistas, médicos veterinários e futuros empreendedores devem estar preparados para as críticas e precisam encontrar o diferencial da sua empresa para se destacar da concorrência já esgotada no mercado. Mas, estes processos não são fáceis de realizar sem a devida orientação.

Os exames feitos pelo Instituto Pasteur, de São Paulo, confirmam que a raiva humana é a causa da morte de uma dona de pet shop do Recife, ocorrida na noite de quinta-feira (29), no Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), na área central da capital pernambucana. A informação foi repassada ao G1, nesta segunda-feira (3), pela diretora da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de Doenças Infecciosas do centro hospitalar, Ana Flávia Campos, que acompanhou o caso de Adriana Vicente da Silva, de 36 anos. (Veja vídeo acima)

Desde 2004, não havia registro de raiva canina ou felina no Recife. O último caso da doença em humanos na capital tinha sido notificado em 1998. Em Pernambuco, o registro anterior foi de um garoto, diagnosticado com a doença em 2008. Morador de Floresta, no Sertão, ele levou uma mordida de um morcego. O adolescente sobreviveu e o caso se tornou a primeira ocorrência de cura de raiva humana no Brasil.

Com a proposta de inovar o setor e agradar donos e animais de estimação pela variedade de produtos e serviços, assim nasceu a Padaria Pet - franquia especializada em petiscaria e confeitaria para cães e gatos, da Somagroup, comandada pelos irmãos e sócios Rodrigo e Ricardo Chen.

Mesmo em meio à crise que assola o País, a empresa está conseguindo manter o ritmo e, para esse ano, projeta chegar à marca de 10% de crescimento. A linha de petiscos representa cerca de 60% do faturamento, a confeitaria 20%, a linha natural 40% e a cerveja e suco para cachorro 15%. Com o modelo de franquias, a meta é abrir cerca de 10 unidades até abril de 2018.

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